Indicado para pacientes que possuem um intenso desequilíbrio emocional e comportamentos suicidas ou para outros transtornos de maior gravidade, como Transtorno Depressivo Maior, Transtorno do Estresse Pós-Traumático e outros.
Caracterizada pela incapacidade que o paciente apresenta de gerenciar e controlar bem não só a intensidade, como também o tempo em que essa emoção permanece ativa. Aqui é possível identificar dois caminhos.
O primeiro é a de tomar decisões de maneira abrupta, assim que o evento acontece. O segundo é quando a pessoa consegue controlar a emoção no momento, mas compensa de outra forma, por exemplo, desenvolvendo compulsão alimentar.
Neste caso, a DBT visa reduzir a frequência de emoções indesejadas e a vulnerabilidade emocional, para que seja possível compreender a função das emoções e melhorar a capacidade de resolver problemas.
As principais características desse transtorno são medo de abandono, instabilidade emocional, impulsividade elevada e dificuldade de autopercepção. O principal problema encontrado é na relação interpessoal: qualquer possibilidade de quebrar o vínculo afetivo, pode desencadear emoções e comportamentos negativos do paciente.
Para tratá-lo utilizando a Terapia Comportamental Dialética, é necessário primeiro entender como funciona o transtorno em questão, partindo do ponto de como a psicopatologia se desenvolveu. São analisados as bases etiológicas, os perfis neurobiológicos e neuropsicológicos dos pacientes, até as características que permeiam os relacionamentos amorosos junto ao transtorno. Só então é definido o tipo específico de intervenção baseado nessas evidências.
Como o próprio nome já demonstra, aqui, problemas com a alimentação estão envolvidos, assim como uma distorção da imagem do próprio corpo. Sendo os principais:
É muito importante que o paciente procure ajuda psiquiátrica e psicoterapêutica, pois não cuidar desses transtornos pode levá-lo a óbito.
Como este caso está diretamente ligado ao emocional, a DBT tem o intuito de fazer o paciente compreender suas emoções, aumentar a conexão com o momento presente, aceitar e lidar com crises intensas, reduzindo o comer emocional, os episódios de compulsões alimentares e o comer desatento.
O paciente, neste caso, passou por alguma situação traumática como sofrer um acidente, presenciar a morte de alguém querido, um ato de violência e assim por diante. São casos que podem acontecer em qualquer idade e quando o acontecimento é relembrado é como se estivesse sendo revivido. Isso desencadeia não só problemas emocionais, como também físicos.
A DBT auxilia no manejo da ansiedade e no uso de habilidades para desafiar crenças relacionadas ao trauma. Além disso, utiliza de técnicas de regulação emocional e tolerância ao mal estar para impedir comportamentos que ameaçam a vida do paciente e que interferem na terapia.
Não. Embora os estudos demonstrem grande eficácia no tratamento de TP Borderline, essa terapia é eficaz para Transtornos Alimentares, Dependência Química, Transtornos do Humor, entre outros.
O "D" de Dialética significa que a terapia ajudará o paciente a se libertar de extremos, promovendo assim maior equilíbrio e mudança comportamental.
Sim! Essa terapia é muito eficaz nesse tipo de tratamento, inclusive estimula o paciente a entender certos padrões de comportamento.
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